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Como manter seu negócio ativo mesmo com as restrições da “pandemia” 3ª parte

10 de Maio de 2021 

Santiago Gonzalez Carballo

Por Santiago Gonzalez Carballo

 

negócio


Não dá mais pra negócio nenhum sobreviver, se não tiver passado por uma transformação digital. Falei isso nos dois artigos anteriores. Leia lá, aproveita agora.

Um caminho profissional que cada vez se consolida mais hoje em dia é virar influenciador/a digital. Pode parecer algo ligado somente à vaidade pessoal, querer se exibir nas redes sociais, mas não: há hoje um mercado altamente especializado no influence marketing, faturando alto.

Recentemente pudemos testemunhar um novo fenômeno desses brotar, no Big Brother Brasil: sim, vou falar da Juliette Freire, vencedora do reality show. O prêmio do programa já a tornaria milionária, mas seus ganhos superam muito esse valor! Outra coisa: por causa desse fenômeno de repercussão, a agência que cuida da imagem da moça está quase tão famosa quanto ela! Tá chovendo novos clientes querendo usufruir da competência que eles tiveram com a Juliette!

Por que cito aqui a Juliette como caminho de negócio/carreira? Por que o que ela conseguiu, em tese, qualquer pessoa pode trilhar e também ter sucesso e prosperar. Aí alguém dirá: “Ah, mas ela conseguiu porque apareceu em rede nacional por muito tempo! Só que eu me refiro ao tempo anterior ao programa.

Como ela deve ter começado? Vâmlá, no terreno das hipóteses: Juliette não veio dos grandes centros (RJ-SP), é paraibana, advogada, começou na internet ensinando maquiagem. Muitas mulheres fazem isso hoje, gravando vídeos em casa mesmo, editando e publicando no Youtube e/ou Instagram. Quanto é o investimento inicial pra isso? Pode começar com um celular, conexão com internet e só. Com o tempo, a pessoa vai comprando um kit de luz e áudio, um celular melhorzinho, depois uma boa câmera, e assim vai, conforme vai crescendo sua audiência, relevância, autoridade e patrocinadores.

Pois é. Patrocinadores. Você leitor/a já pensou em ter patrocinadores e apoiadores? Isso é muito possível hoje. Para isso, você deve ter carisma e um recado bacana pra levar pras pessoas, algo que prenda sua atenção e traga valor de alguma maneira para sua audiência.

Hoje em dia, os influenciadores digitais “roubaram” o mercado publicitário pra si. As marcas anunciantes, que investiam um valor X em mídia offline (TV, rádio, jornal, revista, outdoor, etc) migraram suas verbas para as mídias online (Google Adwords, Insta/Face Ads, WhatsApp, etc) custando muito menos investimento, às vezes menos de 10% do que era gasto offline.

Isso mudou definitivamente o mercado publicitário. Muitas agências de publicidade não se adaptaram nessa migração do offline para o online, ficando para trás. A maioria fechou. Quando os influenciadores passaram a ser vistos como veículos de mídia, logo ultrapassaram as mídias digitais. Hoje é possível estimar que mais de 60% das verbas publicitárias das marcas anunciantes se destinem aos influenciadores.

Mas não falo somente de nomes como Juliette, ou Whinderson Nunes, ou quaisquer outros/as gigantes desses. Hoje cresce muito o mercado de micro e nano-influencers. São pessoas que se destacam em âmbito local/regional, que possuem algo entre 1mil e 20mil seguidores nas redes, que são adequados para divulgar marcas locais, com baixo custo aos anunciantes.

Então... Bóra ser influencer? Viu como é possível? No próximo artigo falarei mais sobre esses influenciadores locais.

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