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Self Hacker: aquele/a que “hackeia” os próprios pensamentos, sentimentos, emoções e atitudes, pra criar consciência, despertar, deixar de ser manipulado/a por quem quer que seja, ser efetivamente dono/a de si, ser livre. Bóra?


 

Como manter seu negócio ativo mesmo com as restrições da “pandemia” 

26 de Abril de 2021 

Santiago Gonzalez Carballo

Por Santiago Gonzalez Carballopandemia

 


Me pediram pra escrever sobre isso, pra ajudar a nortear as pessoas que estão se sentindo perdidas, desesperadas ou desorientadas no meio desse caos atual. Pois bem, vâmlá. Se vc leitor/a não tem um negócio ou empresa sua, traduza este artigo adaptando-o à sua carreira.

Primeiro e antes de tudo: pandemia é a rápida disseminação de uma doença contagiosa que acaba abrangendo uma região muito grande, um continente ou o mundo todo. Ok, estamos vivenciando isso, sem dúvida. Só isso já vira motivo de preocupação geral. Quem lembra da H1N1? Foi praticamente a mesma coisa. Mas não deu tanto medo quanto temos da atual Corona-Covid-youknowtherest. Lembra? Deu tanto apavôro? Não deu né? Por que, se era praticamente a mesma doença? “Ah, porque não matou tanta gente”, alguns dirão.  

Então a discussão toda não é sobre o alastramento do contágio, mas sim sobre o grau de letalidade da doença. Em tese, todo mundo (ou quase) vai pegar a doença. Mas poucos são aqueles que morrerão dela. Faria sentido todo esse medo instaurado na população, se fosse o caso de um altíssimo índice de mortes por milhão de habitantes. Mas não é essa a verdade. Mas a mídia, os governos (e quem está por trás deles, os donos da grana do mundo) nos vendem o cenário zumbi-apocalíptico atual, com intenções obtusas, difíceis de se acreditar.

Doenças cardíacas, hipertensão, acidentes de trânsito e crimes com armas ainda seguem matando mais que a tal “pandemia” atual. Mas o cenário parece destacar só uma única grande causa-mortis. A tal ponto que hoje em dia, quando recebemos a notícia de que alguém morreu, já temos certeza que foi dessa causa. Não é assim? Pois então... É a tal “imagem”.

Já disse isso nesta coluna: há praticamente 100 anos, Walter Lippmann concluiu em sua pesquisa que a mídia tem papel importante no fornecimento e geração das “imagens em nossas cabeças” que configuram um “pseudo-ambiente” em que vivemos, que não respondem diretamente aos fatos do mundo real. 

Aí os sujeitos que nos governam defendem a tese que o comércio deve fechar, que não pode sair na rua, tem que ficar em casa. Aí os gestores hospitalares estabelecem procedimentos que renegam o tratamento profilático, preferindo atender os doentes já em estado infeccioso, em protocolos ineficientes em relação à cura. Sem falar em erros médicos e causas-mortis falsas.

Aí não pode abrir mais a loja, o bar, o salão de beleza, a academia. Mas supermercado e farmácia podem abrir. Depois, pode abrir com restrição de horário. Aí não pode mais, mas pode delivery. Mas busão e metrô cheios, tudo bem. Praia não. Quero que alguém explique o real sentido disso tudo. Não tem explicação lógica. Aí vem os pseudo-intelectuais dizendo: é a ciência! Perdão, mas eu sou um divulgador científico, sei bem o que é e o que não é ciência. 

Estamos vivendo uma guerra de narrativas, já disse isso aqui antes. Você escolhe em que ou em quem acreditar. O problema é seu. Mas preciso responder quem veio ler este artigo: como manter seu negócio ativo nessa zona toda? O que fazer afinal?

Não dá mais pra negócio nenhum sobreviver, se não tiver passado por uma transformação digital. Tem que ter software de gestão, de relacionamento com clientes, tem que divulgar e vender na internet, seja em market places, sites de e-commerce, ou pelas redes sociais, utilizar (ou ser) influenciadores digitais, afiliados, fazer eventos online, é isso. Quem teimar em continuar só em ambiente físico/offline terá vida difícil, provavelmente vai sucumbir, lamento.

Mas é importante despertar! Mídia e governos estão te enganando. Nada é sem querer. 

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Santiago Carballo
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