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Dia dos Avós: reverenciando nossa ancestralidade

Fotos colunistas elis borsoi

Por Elis Borsoi

Dia dos Avós


            No dia 26 de julho é comemorado o Dia dos Avós e, por esse motivo, escolhi o tema  ancestralidade para o texto de hoje. Reverenciar e tomar a força dos nossos antepassados, ou seja, as pessoas que vieram antes (pais, avós, bisavós, tataravós e demais membros da nossa família) é algo essencial na nossa vida, pois foi por meio deles que chegamos até aqui e fazemos da maneira que fazemos as coisas, sejam elas saudáveis ou não.

            Por amor e por lealdade sistêmica repetimos padrões dessas pessoas que vieram antes com o objetivo de pertencer a esse sistema familiar. Essa teoria foi criada e comprovada pelo alemão Bert Hellinger, que foi o criador das Constelações  Sistêmicas Familiares.

            A questão maior a ser perguntada é: “Por que fazemos da maneira que fazemos?”. Segundo Bert Hellinger, a consciência individual é aquela que aprendemos quando somos criança, ou seja, criamos padrões que nos possibilitam permanecer e nos proteger ao longo da vida. Esses padrões, como o medo e a autossabotagem, fazem com que consigamos sobreviver diante das adversidades da vida e vêm à tona por meio dessas emoções. 

A consciência coletiva é aquela que nos faz lembrar dos nossos antepassados para que sejam reconhecidos no sistema familiar. Neste caso, o sistema faz com que uma pessoa que vem depois (descendente) tome o lugar desse antepassado que foi excluído deste sistema. A maneira que o sistema familiar encontra é justamente fazendo com que esse descendente repita os mesmos padrões destes antepassados, justamente para que estes se sintam pertencentes a esse sistema.

            Parece complexo, mas é justamente isso que nos mostra a Constelação Familiar quando uma pessoa chega até mim, por exemplo, com uma questão como: “Não consigo me relacionar bem com minha filha ou com meu filho”. Várias dinâmicas familiares podem ser vistas a partir do posicionamento dos elementos da família representados por bonecos.

Uma possível dinâmica é essa mãe ou pai estar olhando para um excluído, como um avô ou avó que morreu cedo ou teve algum vício ou foi assassinado. Neste caso, essa mãe ou pai está preso(a) à dinâmica desse antepassado que viveu ou teve um destino trágico. 

Quando essa pessoa passa a incluir e a olhar com amor consciente para esse(a) excluído(a), passa também a ver esse filho(a) como nunca viu antes. Por isso a fala sistêmica “Eu vejo você!” é tão utilizada em uma Constelação Familiar, seja ela online ou presencial.

            Reverenciar e tomar a força dos nossos antepassados é dar um bom lugar para eles no coração, ficando apenas com o lado saudável deles. Então, convido você agora a imaginar seus avós na sua frente, faça duas inspirações e expirações bem profundas, foque no seu coração e diga:

            “Queridos avós, gratidão pela vida que chegou até mim através de vocês, por amor e homenagem a vocês eu desfruto a vida com alegria e sabedoria, eu vejo vocês!

            Continue focando na sua respiração e inspire toda a força que veio deles.

            Espero ter contribuído com mais esse texto e se quiser saber mais ou agendar uma Constelação Online para vivenciar esse processo transformador, fico à disposição nas minhas redes sociais/whatsapp por meio do site: https://www.elisborsoi.com/.

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