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Inovações recentes no setor da educação antes e durante a pandemia

João Carlos Feijóo

Por João Carlos Feijóo

educação


Acredito que todos acompanharam as questões que envolvem os dilemas sobre o retorno às aulas presenciais nas escolas públicas e privadas. Muitas dúvidas e desencontros têm sido tema de notícias em todo o mundo. No Brasil, em especial!

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Durante 2020, vários incômodos surgiram com o suposto despreparo de muitas escolas em lidar com as aulas remotas e pela contínua falta de investimento na capacitação dos professores para o momento mais difícil do aprendizado de nossos jovens. Muitos pais também se sentiram sobrecarregados e incapazes de cumprir com a atividade de monitores do aprendizado de seus filhos.

A dificuldade de manutenção da qualidade de aprendizado (não podemos dizer que existe “qualidade” para todos os estudantes) também ocorreu nos ensinos médio e superior.

Nesta confusão, muitos opiniosos reduziram a discussão ao dilema sobre aulas presenciais “versus” aulas remotas. 

A meu ver, ambos os modelos deveriam ser complementares e com ênfase em metodologias ativas, como PBL (Aprendizado baseado na solução de problemas), STEAM (Aprendizado baseado no desenvolvimento de projetos) e Flipped classroom (Sala de aula invertida). Essas metodologias associadas às tecnologias cada vez mais presentes no mundo têm distanciado  mais a educação formativa de nossos jovens em relação aos jovens dos países mais desenvolvidos.

Acredito que, no futuro, muitos poderão fazer melhores reflexões sobre essa questão e acredito que as conclusões serão de que o problema está na forma como gestores da educação pública e privada tradicional planejam e investem na formação e no trabalho dos educadores e nas alternativas oferecidas aos nossos jovens. 

Na discussão sobre educação presencial e à distância (remota), lembro que o nosso país tem situações extremamente diversas. As realidades são muito distantes, criando uma lacuna ainda muito maior entre os que têm maiores acessos às tecnologias digitais de comunicação e a população mais pobre.

Se a prioridade da sociedade brasileira fosse para enfrentar o problema da educação, já poderíamos estar utilizando o ensino híbrido como norma, pois há algum tempo diversas startups educacionais (Edtechs) descobriram que é possível melhorar a qualidade de vida de milhões de estudantes. 

Porém, mesmo diante dos desafios atuais, temos que comemorar, pois novamente jovens empresas estão encontrando caminhos de aproximação. A educação tem sido um dos principais pontos de atenção nesta pandemia. Crianças e adultos estão reaprendendo a aprender. Mesmo que as mudanças em curso só tenham resultados efetivos daqui a alguns anos. É importante viabilizar desde já a escola do futuro

É incontestável a importância da educação escolar no processo formativo das futuras gerações e da própria sociedade. Quando há um descompasso entre as habilidades e competências requeridas pela sociedade e a formação promovida pelo sistema de ensino, tempos de mudança são deflagrados. 

Novos modelos de abordagens e práticas de aprendizado têm apresentado um avanço significativo em direção à inovação do sistema educacional. Eles irão influenciar no aprendizado, fazendo com que o protagonismo se concentre no estudante e que o processo de ensino-aprendizagem seja mais ativo, personalizado, diversificado e híbrido com atividades em sala de aula e fora dela. 

As novas tecnologias devem colaborar para que os estudantes participem mais na construção dos conhecimentos ao assumirem para si as tarefas de pesquisar, analisar e avaliar, preparando-os de forma condizente para o exercício da cidadania e para uma colocação profissional na era digital. 

Aproveito a oportunidade para apresentar um exemplo de sucesso comprovado de aprendizado que represento em Santos.

Em nosso caso, ampliamos as possibilidades de atendimento no aprendizado do inglês através do sistema remoto, com o uso das tecnologias de AI, Big Data, Stream,  Realidade Virtual e gamificação, conseguindo desenvolver a proficiência com eficiência e rapidez, rompendo as barreiras da estrutura da nossa sala de aula para todo o mundo.

Esse é um exemplo do uso das tecnologias emergentes para melhorar a produtividade com melhor aproveitamento do tempo, para capacitar mais pessoas para o novo mercado de trabalho.

Melhoria na educação é essencial para o futuro técnico, científico e econômico das novas gerações e do bem estar de todos.

Na próxima publicação, vamos falar das novas habilidades exigidas aos novos trabalhadores.

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João Carlos Feijóo
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