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Conheça os diferentes tipos de crenças

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Por Elis Borsoi

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Ao longo da vida criamos na mente crenças fortalecedoras e crenças limitantes. Elas podem ser formadas na infância ou vir dos nossos pais e antepassados.  As crenças fortalecedoras são aquelas que nos impulsionam para conseguir fazer e realizar algo que desejamos muito. Motiva as pessoas a terem pensamentos e comportamentos congruentes ao que realmente desejam.

Por outro lado, existem as crenças limitantes, que são aquelas que impossibilitam ou dificultam a realização de algo de desejamos muito. Podem ser de três tipos: identidade, capacidade e merecimento. 

A crença de identidade é aquela em que a pessoa não consegue viver sua verdadeira essência e não sabe quem realmente é. Se preocupa muito com o “ter” e não consegue “ser” um ser humano com suas potencialidades.

A crença da capacidade é quando uma pessoa pensa que não é capaz de realizar, mesmo tendo todas as habilidades e aptidões necessárias para concretizar o que deseja. Ela pode pensar: “eu não consigo”, “é muito difícil”. Esta pessoa pode ter ouvido na infância frases do tipo: “você não vai conseguir”, “você não é capaz de realizar isso”. Uma criança pode ouvir isso dos pais, professores, cuidadores e de pessoas que fizeram parte da sua infância. 

A crença de merecimento é aquela em que uma pessoa pensa que não merece, por exemplo: ter um relacionamento amoroso com uma pessoa saudável emocionalmente. Neste caso, uma hipótese é que esta pessoa tem pais cujo relacionamento era conflituoso ou havia ciúme ou violência. Inconscientemente esta pessoa pensa: “se meus pais não tiverem um relacionamento saudável eu também não terei” ou “se eles não merecem ser felizes juntos eu também não mereço ser feliz com meu companheiro(a)”. 

Essas crenças podem se transformar em padrões que se repetem por gerações dentro de um sistema familiar. De acordo com a visão sistêmica de Bert Hellinger, uma pessoa repete um padrão inconsciente para continuar leal e pertencente a sua família, pratica assim um amor cego para que este sistema familiar sobreviva ao longo de gerações.

Quando uma pessoa vivencia os movimentos e as falas sistêmicas de uma Constelação Familiar, ela tem a oportunidade de colocar luz na sua consciência e passa a amar de maneira mais saudável, reconhecendo e não julgando esses padrões de comportamentos. Honra esses pais e antepassados, toma (recebe) o lado saudável e a força deles. Dessa maneira, ressignifica essas crenças limitantes, agradece seus pais e antepassados pela vida que recebeu deles e conhece novos caminhos para viver sua identidade com mais saúde emocional.

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