Natal e Ano Novo: momentos para inclusões e reflexões

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Por Elis Borsoi

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Natal chegando e é o momento de reunirmos a família, desta vez de maneira mais prudente devido à pandemia. Importante pensar que não basta incluirmos nossos familiares apenas na presença física ou virtual, mas incluirmos aceitando esta pessoa como ela é, com todas as qualidades e divergências, mesmo que ela pense e/ou aja diferente de nós, pois incluímos esta pessoa no nosso coração, como disse Bert Hellinger, criador das Constelações Familiares. Quando falamos de Constelação Familiar, falamos de Leis Sistêmicas e a Lei do Pertencimento refere-se justamente a estas inclusões. 

Excluídos são pessoas do sistema familiar que vieram antes e que são esquecidas, rejeitadas, criticadas e não aceitas como elas são. Esta exclusão pode causar dores, doenças e consequências graves aos integrantes desse sistema.

Uma pessoa pode se sentir excluída quando se sente ou se comporta de maneira incongruente com quem ela quer ser. Ela repete padrões de comportamentos que são de pessoas que vieram antes dela. Essa repetição é uma maneira inconsciente e cega que esse sistema encontra para incluir este familiar excluído.

Negação de sentimentos que não reconhecemos nem aceitamos também é um exemplo de exclusão. O que é excluído pode retornar com mais força e sofrimento por meio de uma doença e/ou de um comportamento. Um exemplo é a raiva por si próprio ou por outra pessoa. Enquanto negarmos e não trazermos à consciência este sentimento, ele pode se manifestar no corpo e na mente por meio de doenças e comportamentos impulsivos e agressivos.

Importante incluir e aceitar esses sentimentos para que eles sejam transferidos do inconsciente para o consciente e, assim, serem ressignificados. O autoconhecimento e a consciência são elementos importantes para entender como nossa mente funciona e um processo de inclusão desses sentimentos. 

Em uma Constelação Familiar a pessoa constelada tem a oportunidade de descobrir quem são as pessoas e esses sentimentos excluídos/ocultos e de reintegrá-los, de maneira mais saudável, ao seu sistema familiar para que sejam vistos e lembrados após os movimentos e falas sistêmicas.

Dessa forma começa haver mais harmonia e tranquilidade nos relacionamentos interpessoais e intrapessoais da pessoa constelada e das pessoas envolvidas neste sistema familiar.

O Natal é sinônimo de nascimento, confraternização, reconciliação e principalmente de inclusão de nós mesmos e das pessoas com quem nos relacionamos.

O ano de 2022 está chegando e é o momento para fazermos nossas reflexões com relação a quem e o que queremos incluir no nosso coração. Fica a minha sugestão neste último texto do ano de 2021. Desejo a você um ano com mais saúde, prosperidade, alegria e consciência! Gratidão por me acompanhar por aqui!

Nos meus atendimentos utilizo a constelação individual online com bonecos para colocar luz onde não se consegue ver de maneira consciente. Para saber mais, acesse o site:  https://www.elisborsoi.com/

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