Explorando Sonoridades 09 – Giovani Cidreira, Melly, Little Simz, Tassia Reis, Ney Matogrosso & Hecto e Céu


Sonoridades

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Atravessamos diferentes paisagens sonoras na edição de hoje de Explorando Sonoridades. Ouvimos ecos do carnaval, influências do jazz e da soul music, grooves urbanos, além de letras que transbordam identidade e vivências diversas. Do Brasil ao Reino Unido, os seis álbuns apresentados aqui trazem frescor e potência, reafirmando a música como espelho da contemporaneidade. Cada artista aqui presente carrega sua própria bagagem cultural e expressa sua arte com autenticidade, promovendo um diálogo entre o passado e o presente, entre tradição e inovação.

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Reuni esses seis artistas e sobre cada um deles, o meu desafio é indicar uma faixa que melhor expresse a alma destas obras. Venha nesse jukebox que criei no Spotify para você clicar antes de ler o texto: Explorando Sonoridades 09 – 31.03.2025 – nessa playlist você poderá ouvir cada uma destas canções e serve como uma porta de entrada para os trabalhos de cada artista.

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1)- Artista: Giovani Cidreira – Álbum: Carnaval Eu Chego Lá (2024)

O baiano Giovani Cidreira entrega um disco que passeia entre o pop alternativo e o experimentalismo, carregado de referências afro-brasileiras. Uma total novidade para mim, que mergulhei na audição desse álbum multifacetado. Destaco a faixa “Feira do Rolo”, parceria com o rapper VANDAL, onde os beats se fundem a um lirismo afiado, retratando o cotidiano urbano de Salvador com intensidade e autenticidade. O álbum como um todo reflete a efervescência da cultura de rua, trazendo sons que evocam o movimento dos mercados populares e a energia das festas de largo. Giovani se destaca por uma abordagem estética que une poesia, resistência e celebração em uma só experiência sonora. Vem comigo nesse resquício de carnaval que dura o ano todo.

2)- Artista: Melly – Álbum: Amaríssima (2024)

Melly, uma das vozes mais intrigantes da nova cena brasileira, apresenta um álbum que transborda sensibilidade e texturas rítmicas. A faixa “Cacau” é um belo exemplo disso, pois promove uma ode aos sentidos, misturando soul, R&B e MPB em uma sonoridade envolvente. A cantora traduz em música os sentimentos de doçura e amargura, costurando suas experiências em melodias marcantes. Além disso, o disco explora temas como ancestralidade e afetividade, revelando a busca por um som que acolha e provoque ao mesmo tempo. A produção caprichada e a interpretação visceral de Melly fazem de Amaríssima um dos lançamentos mais interessantes do ano. E eu estou nesse bloco de fãs.

3)- Artista: Little Simz – Álbum: Sometimes I Might Be Introvert (2021)

A britânica Little Simz construiu um dos álbuns mais impressionantes do rap contemporâneo. “Point and Kill”, uma das faixas mais impactantes do disco, mescla afrobeat e hip-hop com uma abordagem cinematográfica. O destaque da faixa ganhou ainda mais projeção ao ser trilha sonora da série Ladrões de Drogas, estrelada por Wagner Moura. O álbum, como um todo, é uma jornada introspectiva da artista, refletindo sobre sua trajetória e as pressões da indústria. Little Simz se firma como uma das vozes mais inovadoras do gênero, trazendo lirismo, storytelling envolvente e instrumentais sofisticados que dialogam com influências globais. Mais uma vez a música prova ser um espaço que transborda criatividade e expressão.

4)- Artista: Tássia Reis – Álbum: Topo Da Minha Cabeça (2024)

Conheci Tássia Reis pelo álbum Outra Esfera (2016), pela apaixonante canção “Se Avexe Não”. Passado esse tempo, Tássia mostra como continuará expandindo sua musicalidade, desta vez com esse álbum lançado ano passado. O projeto navega entre o neo-soul e o rap, entre o jongo e o samba, tudo sem perder sua essência brasileira. Destaco a faixa “Só Um Tempo”, que ao lado de Criolo, a artista reflete sobre pausas necessárias para o autoconhecimento e o amor próprio, criando uma atmosfera envolvente e introspectiva – é sem dúvida, um encontro poderoso entre duas vozes que ecoam luta e afeto em suas letras. As composições de Tássia neste disco são confessionais e carregadas de emoção, trazendo uma maturidade artística que evidencia sua versatilidade. Experimente e tente esse gingado envolvente e lindo.

5)- Artista: Ney Matogrosso e Hecto – Álbum: Canções Para Um Novo Mundo (2025)

Nesse álbum lançado em janeiro deste ano, Ney Matogrosso une forças com o jovem produtor Hecto, formando um álbum que busca novas possibilidades sonoras. Poderia falar de todas as canções, mas quero dar foco à faixa “O Amor Vem Antes De Tudo” por justamente trazer a voz inconfundível de Ney evocando sentimentos de união e resiliência em tempos incertos. O disco como um todo é uma experimentação sofisticada, onde Ney transita entre arranjos eletrônicos e harmonias sutis que desafiam a previsibilidade. Hecto, por sua vez, adiciona um toque contemporâneo, explorando camadas sonoras que ampliam ainda mais a riqueza da interpretação do cantor. O resultado é uma obra inovadora, que reafirma a atemporalidade de Ney Matogrosso. Mais uma do furacão chamado Ney.

6)- Artista: Céu – Álbum: Novela (2024)

A virtuosa cantora Céu entregou em abril do ano passado, um disco repleto de sofisticação e experimentação. Com o projeto Novela, vemos uma obra que explora o lado mais cinematográfico da artista, com arranjos detalhistas e letras que evocam narrativas quase visuais. Céu consegue transformar sua música em uma experiência sensorial completa e complexa, onde cada canção é um ato dentro de um espetáculo sonoro intrigante e envolvente. Vai da sofisticação do jazz à doçura do reggae, sem esquecer tons de samba. Na faixa “Cremosa”, minha preferida deste projeto, a artista brinca com sintetizadores e ritmos eletrônicos, sem perder sua essência tropical. A faixa é um convite para dançar e se perder na atmosfera vibrante que permeia todo o álbum. Um desbunde de ritmos brasileiros.

Cada um desses álbuns e faixas revela um recorte único dentro da música contemporânea. De narrativas urbanas a experimentações sonoras, de vozes consagradas a talentos emergentes, esta edição de Explorando Sonoridades celebra a diversidade e a criatividade que continuam a transformar a música. Se por um lado temos a urgência poética de Giovani Cidreira e a intensidade lírica de Tássia Reis, por outro há a sofisticação rítmica de Céu e a inovação de Ney Matogrosso e Hecto. A cena musical segue pulsante e repleta de descobertas. Viva à Musica Popular Mundial.

Vida longa ao som bom (em um bom som).

Leollo Lanzone

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Leollo Lanzone

Leollo Lanzone é o alter ego de Mauro Galasso, que é de verdade, mas não cabia numa persona só. Tem olhar objetivo e sensível, tem o hábito de montar playlists, adora dançar eletrônico, sabe cozinhar, falar de amizade e tem opinião sobre quaaase tudo.

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