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Como manter seu negócio ativo mesmo com as restrições da “pandemia” 2ª parte

2 de Maio de 2021 

Santiago Gonzalez Carballo

Por Santiago Gonzalez Carballo

negócio


Não dá mais pra negócio nenhum sobreviver se não tiver passado por uma transformação digital. Falei isso no artigo da semana passada. Leia aqui, aproveita agora.

Seu negócio roda num software de gestão? Tipo um ERP? Você monitora o relacionamento com seus clientes num sistema? Tipo CRM? Falei grego?... Ah, você não entende nada desses programas de computador... Então, tá na hora de começar a entender. Passou da hora, aliás!

Como você divulga seu negócio na internet? Provavelmente já publica uns posts nas redes sociais, no Facebook e Instagram, certo? Menos mal... Você vende nas redes sociais? Peraê... mas dá pra vender pelas redes? Claro! Como?? E se eu ainda não tenho um negócio?

Vamos lá: supondo que você faz alguma comidinha gostosa, pães artesanais, doces, marmitas fit, e faz entregas (seja por motoboy ou você mesmo/a); seus clientes podem fazer pedidos a partir de um story que você publique, utilizando aquele recurso “arraste pra cima” (pra isso vc precisa ter 10k seguidores) vinculado a um aplicativo de entregas (ifood ou similares). Pode também usar o recurso do Goomer Go, uma caixa de pedidos muito parecida com aquela caixa de perguntas pros seguidores. Pronto, sua operação de venda pelas redes sociais tá feita!

Vou mostrar aqui alguns exemplos maravilhosos dessa transformação digital, que acompanhei de perto. O primeiro já nasceu como muito mais que padaria ou cafeteria: a REVO Manufactory já é um movimento turístico-cultural. Os caras são absolutamente geniais, totalmente fora da curva. Criado na garagem da casa da mãe de um dos sócios, evoluíram para um prédio inteiro na Ponta da Praia. Aí vem a pôha da “pandemia” pra estragar os planos... Pois bem, como eu disse, eles são geniais. O Instagram é o principal “ponto de venda” deles. Se você for lá, foi porque viu antes no Insta. Chegou lá “comprado”. A experiência encanta. @revomanufactory 

O segundo caso se trata de uma modelo, que trabalhava em grandes feiras, que miaram com a “pandemia”. Depois daquele tempo que cada um de nós ficou trancado em casa refletindo sobre si mesmo/a, essa moça decidiu arregaçar as mangas e explorar um talento que estava oculto: ela se descobriu uma super confeiteira, especializada em cardápio fit, criando doces maravilhosos para quem tem algum tipo de restrição alimentar (intolerância à lactose, glúten, etc). Uma artista estava escondida e floresceu! Ela se chama Vânia. Ela mesma entrega os bolos e outras delícias, pedalando até os clientes. Confere lá: @vaniapratta  

O terceiro caso é uma rede de lojas de varejo de moda, cujo dono é um super empreendedor local (Santos), que tinha por estratégia de expansão a abertura de novas lojas. Em tempo hábil (bem antes da “pandemia”), ele descobriu o e-commerce como canal de vendas para seu negócio. Hoje, ele decidiu fechar várias lojas e está vendendo como nunca, pelo site próprio e em marketplaces como Dafiti. Mas mantém aberta sua loja matriz, aumentando a experiência de compra. Uma das novidades que implantou no e-commerce é a impressão de estampas em camisetas. O cliente escolhe pelo site o tipo, tamanho e cor da camiseta, e a estampa. Recebe em casa seu pedido pelo correio. Faça seu pedido lá:  www.shopjoss.com.br   @lojas.joss    

O quarto caso é uma moça de São Vicente que, no longínquo ano de 2017, passou a vender ebooks e outros infoprodutos (conteúdos digitais pagos) utilizando plataformas (Hotmart, Monetizze, Eduzz, etc) no mercado de marketing de afiliados. Ela criou um ebook que ensina fazer brigadeiros! Carolina Mendes ficou conhecida nas redes sociais como Carol Gourmet. 

Se você é artesão, por exemplo, existe um site top pra expor e vender seu trabalho, o Elo7 (www.elo7.com.br). Eles inclusive orientam o artesão com dicas ótimas pra qualidade dos produtos, cumprimento de prazos de entrega, aumento de produção e outras dúvidas.

Então... Bóra vender? Viu como é possível? No próximo artigo trago mais opções de negócio. 

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Santiago Carballo
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