Vamos fazer um pacto

pacto

É sobre ser feliz no agora, topa?

Aparentemente é simples: para cada pequeno momento, por mais bobo que pareça ser, estejamos 100% presentes. Entregues.

Deixemos o depois pra depois, porque, se pensarmos bem, o depois ainda nem existe. E quando ele passar a existir, ele também será o agora. E aí, sim, a gente vive ele.

Vamos fazer um pacto!

Porque, afinal, não existe chegada, o que existe é o caminho. E o caminho é feito de agoras. 

Combinemos entre nós que se a ansiedade quiser tomar as rédeas, essa sim, a gente manda lá pra frente. E focamos no agora.

Quanta coisa boa perdemos porque estamos sempre em busca de grandes momentos, como se a felicidade não pudesse estar num nascer do sol que presenciamos sem programar.

Vamos fazer um pacto!

Primeiro as primeiras coisas. O resto vai florescendo, com o adubo do agora. Cada pequeno momento que nos permitimos viver plenamente, é uma lufada de vida na alma. Nos fortalece e deixa o coração quentinho.

Mania essa que temos de querer as coisas completas, já com toda a programação definida. Como se toda a jornada só valesse pela chegada. E aí quando chegamos nos damos conta de que sequer sentimos o cheiro das flores no caminho.

Vamos fazer um pacto!

Não nos atropelemos. E valorizemos os momentos fracionados: aquela visita rápida pra um café, uma caminhada à beira-mar, mesmo que só tenhamos meia horinha, uma chamada de vídeo rapidinha pra desejar Feliz Natal ou aquela trepadinha express de manhã, antes de ir trabalhar.

Sem protocolos pra ser feliz, ok? Já seguimos tantos outros na vida. A leveza e a espontaneidade são premissas básicas da felicidade.

Vai ser fácil? Não vai não, apesar de a regra ser simples. A mente vai nos boicotar? Vai sim. E quando isso acontecer, voltemos pro agora. Se a ansiedade der sinal, damos um abraço rápido nela e mandamos passear.

Vamos fazer um pacto!

Fomos muito castigados nos últimos dois anos. No próximo, que se inicia, que nenhuma chance de ser feliz seja desperdiçada e que nenhum futuro tenha mais peso que o presente.

E que a completude da felicidade não seja medida pelo tamanho do momento, mas pela intensidade.

E aí, cê topa?

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Diego Brígido
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Selma
Selma
6 meses atrás

Adorei!!!!

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