Buenossss.
‘Foram me chamar, eu estou aqui, o que é que há’?
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Foi no feriado de 15 de Novembro. Segunda-feira à tarde. Retornamos ao botequim/restaurante no bairro da Pompeia, do querido Manoel Luiz Lopes Gaia, que, diga-se de passagem, estava profundamente emocionado.
Ele estava revendo um filme, entendi perfeitamente o que sentia. Depois de tantas coisas loucas, ali estávamos nós, vivos, como dantes. No palco improvisado, este que vos fala e dois irmãos de vida: Paulo Henrique, o Peri Oliveira, carioca da gema, aliás, quem deu nome ao nosso trio, o Música da Gema (fomos fazer uma apresentação no Clube Internacional, na Ponta da Praia, a moça responsável pelo evento perguntou qual era o nome da banda e ele nem pestanejou: ‘Música da Gema’. No que eu retruquei: ‘Pô, negrón, esse nome é carioca demais’. Mas ficou esse, hoje já devidamente aceito, rararará), onde a gente não trabalha, a gente se diverte. Porque Peri e Carlão – um dos integrantes do famoso grupo Tempero, que fez história no samba santista e Brasil afora – são dois caras que definitivamente não existem, são anjos que o divino enviou pra minha vida, grazie, grazie.
E ali estavam tantos e tantos amigos que eu não via há um tempão. E amigos que não viam amigos. O meu amor estava lá. E a gente cantou, dançou, bebeu, comeu, cara, foi muito lindo. E cantou a querida Rosângela Ribeiro, com seu vozeirão incrível; o querido casal Luiz Ruiz – outro vozeirão – e Débora Perine; o Xico Albuquerque, meu camarada paraibano arretado, tricolor paulista como eu; a belíssima sobrinha Ana Lua, filha do Peri; o outro irmãozaço, Zé Carlos Santos.
Cara, foi lindo. E teve a oração de São Jorge, santo de devoção do amado Gaia, foi demais. E teve a dança do amado casal Pardal Freudenthal e Cleide Bertholini, quanto tempo não os via. E o(a)s funcionários(a)s do bar? Cantaram, dançaram. Gostaria de falar o nome de cada amigo(a) e cada pessoa que lá estava, mas além do receio de esquecer alguém, não haveria espaço na coluna. As pessoas precisavam de uma tarde dessas. Era possível sentir no ar a emoção de estarmos todes ali, lágrimas, risos, abraços, gritos, aplausos, que maravilha.
Ainda tenho muito receio de participar de eventos, mesmo tendo recebido as duas doses da vacina e a terceira de reforço e mantenho as mesmas práticas anteriores de usar máscara e de levar um tubinho de álcool em gel no bolso, entre outras. Fico triste porque há muitas pessoas que não agem assim e acabam por botar em risco toda uma luta para vencer esse vírus terrível que tanto mal já fez.
E esse é o ponto. As pessoas precisam voltar a viver. Precisam voltar a trabalhar. Mas precisa haver a colaboração de todes para todes. Pra gente sair desse buraco. A estupidez, a ignorância e a ganância levaram e estão levando embora um monte de gente. Precisamos por a mão na consciência e mudar isso.
Bien.
De qualquer forma, a tarde quente do dia 15 de Novembro de 2021 ficará na minha memória e na memória das pessoas que estiveram naquela esquina das ruas Ceará e República Argentina, no bairro da Pompeia, em Santos/SP.
Obrigado, Deusa Música.
Inté a próxima, besos a todes.
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