Buenossss.
Na coluna anterior – de estreia – eu dizia que a música e as artes em geral são coisas divinas. Se não, como explicar eu e meus dois irmãos já termos nascido com a música e o traço – do desenho – sem que nossos pai e mãe, ou mesmo outro membro da família, tivessem qualquer aptidão para tal?
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Pode não significar muita coisa, mas o fato é que eu nem sabia escrever e já confeccionava meus gibis com historinhas de super-heróis. E já arranhava um violãozinho.
E eis que aos quatorze anos comecei a compor canções.
A letra era um tanto ‘assim, assim’:
‘De que adianta
A mulher amar o homem?
De que adianta
O homem amar a mulher?
De que adianta
Nascerem crianças?
Para morrerem na guerra?’
Pena esta coluna não ter som (rararará), para você poder ouvir a música. Mas tudo bem. Era uma baladinha bem influenciada pelos sons do movimento hippie, Hendrix, Cocker, Lennon, McCartney, Harrison, Starr e por aí vai. Mas acabou que nunca mais a mostrei pra ninguém, ficou na gaveta.
É interessante, esse ofício de compor canções. Você escreve, escreve, escreve, escreve, canta, toca, toca, canta, dá uns dez tiros pra acertar um ou dois. Folhas de cadernos, guardanapos, canetas, lápis, gravadores, celulares, a coisa vem sem avisar, vem inteira, vem em pedaços. A principal regra da composição é que não há regra alguma.
Mas é maravilhoso quando você consegue atingir as pessoas e estas identificam-se com a sua mensagem e cantam e dançam, alegram-se, choram, enfim, é muito legal.
Durante essa pandemia louca, surpreendentemente, pra não dizer que não compus nada, musiquei uma ótima letra do meu querido amigo e poeta Gessé Froes, letra que estava comigo há um tempão. Ficou boa. Ah, e iniciei um novo trabalho em estúdio, que pretendo ir pondo no ar o mais rápido possível. Singles que no final irão virar um EP, como se diz hoje em dia. Fazer um clipe. De repente, um CD.
Pois é, não sei o que leva a gente a ter essa necessidade de compor e compor e compor e compor canções. E quer saber, isso nem importa muito, a gente vai indo e fim.
Inté a próxima, besos a todes.
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