Neste domingo, 29 de janeiro, completou-se um mês da morte de Pelé. O maior jogador de todos os tempos foi o maior embaixador do País no Exterior. Mas, sobretudo, da cidade de Santos. E do Santos Futebol Clube. O clube escolhido por Deus para ser a casa dele por 18 anos voltou a ser lembrado nestes dias de tristeza. Mas, em termos concretos, o Santos do gigante está se curvando.
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Difícil imaginar que o clube dos “raios”, um revelador de talentos sem igual, anda patinando e flertando com a decadência. E não é de hoje. Neymar, Rodrygo, Gabigol, para citar os mais recentes – e não citar quem não merece – são exemplos de craques com DNA da Vila Belmiro. Porém, péssimas administrações têm jogado o clube num mar de incertezas. Times pífios, técnicos sem resultados. E o Santos não mete medo em mais ninguém.
Para piorar, o “Alçapão” perdeu sua força de amedrontar os rivais. A torcida até que faz sua parte, mas as campanhas preocupantes vêm se acumulando. O ano de 2023 reforça o temor por dias piores. Virar uma SAF (Sociedade Anônima de Futebol), com injeção de capital e de novos donos, poderia ser uma solução. Mas é mexer num vespeiro.
Resta a esperança de uma nova Vila Belmiro, revista e ampliada, que encha os bolsos do clube e os torcedores de orgulho. No entanto, isso ainda vai demorar. Tomara que o Santos Futebol Clube espere por esses novos tempos sem tristezas inéditas. Curvado, talvez. Rebaixado, não. Rei, olhai pelo seu clube daí dos céus…
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Anderson Firmino
Anderson Firmino é jornalista formado em 2001 pela Universidade Católica de Santos (UniSantos). Trabalhou no jornal A Tribuna entre 2006 e 2018.
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