
A demissão de Paulo Turra do comando do Santos, ocorrida neste domingo (6), após o empate por 1 a 1 com o Athletico/PR, no sábado (5), pelo Brasileirão, é o desfecho de um roteiro que apontava para isso, levando em conta os últimos dias. Foram sete jogos, com uma vitória, três empates e três derrotas. Sugestão
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As várias razões surgiram como se fossem rastros, tamanha a clareza com que elas se apresentavam: a busca por outros treinadores, a demissão de Falcão da coordenação de futebol, o presidente Andrés Rueda dizendo que iria avaliar quando perguntado sobre a permanência de Turra após o último jogo e o estilo franco-atirador do treinador na entrevista coletiva, dizendo que a crise vinha desde que a atual gestão assumiu para se eximir de culpa.
São duas lacunas a serem preenchidas: a de técnico e a de coordenador. Rueda já deixou claro que não irá acumular essa função. Será que o Santos vai buscar um nome que cumpra as duas funções? Ou vai procurar dois profissionais, cada um para sua atribuição.
O fato é que o Peixe ainda em um mato sem cachorro, independentemente dos problemas na busca de profissionais dentro e fora de campo. Até porque já trouxe comandantes de estilos completamente diferentes, a se medir os dois últimos enquanto Odair Hellmann tinha um estilo mais paizão, Paulo Turra adotava o perfil disciplinador.
Se fosse para escolher alguém, ficaria com a volta de Fábio Carille, o melhor que esteve à frente do time na gestão Rueda. E nem foi nenhum assombro, mas conseguiu fazer um feijão com arroz em pouco tempo que agradou. No entanto, não acredito que Carille, atualmente no V-Varen Nagasaki, do Japão, toparia trocar essa tranquilidade para fechar a porta de uma casa com um furacão a cada dia.
E aí? Vocês têm alguma sugestão?
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Ted Sartori
Jornalista nascido em Santos em 1979, com extensa carreira na cobertura esportiva, especialmente do Santos FC, atuando em veículos como A Tribuna, Expresso Popular, Santaportal, e Portal Mais Santos.
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